Nosso propósito é fortalecer os verdadeiros valores democráticos
Sobre o Instituto Sivis
Somos um think tank apartidário que trabalha para fortalecer os verdadeiros valores democráticos através da educação para democracia e da liberdade de expressão.
Como uma organização da sociedade civil e sem fins lucrativos, trabalhamos com lideranças nacionais e internacionais para influenciar e fortalecer a cultura democrática brasileira com mais de 10 anos de história na defesa e promoção da democracia.
Conheça nossas áreas de atuação:
Sivis na mídia
O Fim da Internet Aberta
O dilema da soberania digital e da promoção da liberdade de expressão também é um debate fundamental no contexto brasileiro, ainda que com contornos próprios.
A crise de legitimidade que o STF não pode ignorar
Durante anos, avaliaram o STF sobretudo pelo resultado que dizia produzir - proteger a democracia – e menos pelos meios empregados para alcançá-la. O problema é que, em uma democracia, a finalidade não torna automaticamente legítimos os meios.
Instituto Sivis vê “intervenção desproporcional” de Toffoli contra Renan
O Instituto Sivis apontou uma "intervenção desproporcional sobre a liberdade de expressão política" na decisão do ministro do TSE, Dias Toffoli, de suspender a campanha de Renan Santos (Missão) à Presidência.
O brasileiro já não sabe o que pode dizer
Uma pesquisa recente do Instituto Sivis ajuda a iluminar esse paradoxo. Os resultados revelam que os brasileiros valorizam fortemente a liberdade de expressão.
O panóptico invertido: quem fiscaliza o Supremo Tribunal Federal?
Mais do que uma questão processual, o caso toca a liberdade de imprensa e o seu papel fundamental de “quarto poder”: o de vigiar quem exerce o poder público.
Dois pesos, duas medidas: a balança do Supremo
O perigo da exceção é que ela se converta em método. O precedente aberto hoje contra um jornalista incômodo a uma autoridade fica de pé para o próximo — e o próximo pode carregar a reportagem que interessa a qualquer um de nós, à direita ou à esquerda.
Começa a Corrida Eleitoral: o que mudou, e o que vem por aí
Eleições de 2026 põem inteligência artificial, poder das plataformas e relação entre TSE e STF no centro dos debates sobre liberdade de expressão.
O risco de regular o discurso em nome da democracia.
Regulação e democracia não são sinônimos automáticos. A história recente mostra que marcos regulatórios mal desenhados podem ser usados menos para proteger o debate público e mais para blindar quem está no poder.
Quando a censura chega antes da urna.
A Nicarágua aboliu seu processo eleitoral porque, após anos sem imprensa livre, sem oposição organizada e sem possibilidade de discordância pública, ele já não servia a nenhum propósito para quem está no poder, nem representava risco para quem quisesse permanecer nele
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